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Museu Vivo NAMI

  • Foto do escritor: Mauro Trindade
    Mauro Trindade
  • 7 de mai. de 2021
  • 1 min de leitura

Um circuito a céu aberto com mais de um quilômetro de extensão e pelo menos 200 murais de grafite pintados por artistas nacionais e estrangeiros: esse é o Museu Vivo NAMI, localizado na favela da Tavares Bastos, no Catete.


Iniciado em 2013, o projeto surgiu como uma iniciativa da Rede NAMI, grupo de mulheres que tem as artes urbanas como ferramenta para lutar por mais direitos. O museu tem proposta decolonial e foco na produção artística de grupos sociais à margem da cena cultural, explorando temas como desigualdade social, racismo, machismo, transfobia, subjetividades reprimidas e histórias silenciadas, com o objetivo de, através dessas obras, dar origem a outras formas de poder e conhecimento.


O museu, que possui até mesmo um estêncil do rosto de Marielle Franco feito pela ativista paquistanesa Malala, conta também com processos de curadoria participativa, pesquisas e mapeamentos, além de estar integrado a outros projetos da Rede NAMI, que também usam a arte urbana para combater problemas sociais e dar mais visibilidade à produção artística das mulheres.



Fotos: Rede Nami

 
 
 

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